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| Riesgos alimentarios y consumo sostenible. «¿Um novo consumidor?» Neste artigo é enunciada e debatida a teoria do novo consumidor, que nestes últimos anos tem elaborado a literatura sociológica sobre problemas de consumo. A seguir são relacionados os rasgos atribuidos pela teoria social contemporânea às sociedades postmodernas ocidentais -o risco, a fragmentação e a personalização- com os atributos e valores emergentes no modelo de consumo (segurança, prazer, personalização, conhecimento, simplicidade). O artigo conclui reflectindo sobre o momento actual dos movimentos de consumidores em relação com outros novos movimentos sociais, assim como as suas importantes e multidimensionais repercussões na construção de um novo modelo de bem-estar e cidadania.
A ordem de trabalhos das agendas dos investigadores espanhois dedicados à alimentação humana está cheio de assuntos quentes –crisis alimentares, doenças e alterações psíquicas, desestructuração das refeições, homogeneização do consumo, aplicacações biotecnológicas, etc- que devem ser resolvidos a partir do reconhecimento e conhecimento das diferências culturais, do rol da socialização no consumo alimentar e das implicações sociais da alimentação sobre a saúde e o ambiente. A produção, distribuição e consumo de alimentos implica a diversos sectores que abrangem desde a agricultura até o processamneto dos alimentos, desde o restaurante até o lar, desde o indivíduo ao grupo social. Apesar da abundância aparente, o sistema de produção e repartição alimentar actual não garante as necessidades básicas da população, nem a distribuição equitativa dos alimentos, nem a capacidade regenerativa dos recursos utilizados. Também não favorece a confiança nos alimentos produzidos nem o desejo, humano e legítimo, de preservar e melhorar a qualidade de vida.
Este artigo aborda as tendências para un possível desenvolvimento
mais sustentável do ponto de vista da avaliação da
requisição de determinados produtos e serviços nas
últimas décadas. «Da Agricultura Alternativa à indústria
da Alimantação: Necessidade de mudanças na política
alimentar» O desenvolvimento da agricultura biológica tem-se produzido desde a base, a partir da “contracultura” protagonizada por agricultores orgânicos,. defensores do ambiente e consumidores “políticos”. As autoridades nacionais e as instiuicões supranacionais têm respondido, ao longo desta última década, estabelecendo uma série de regras e sistemas de controlo para a agricultura biológica. Neste momento, a produção de alimentos biológicos desenvolve-se rápidamente en alguns dos estados membros da UE. Este desenvolvimento não é só a consequência dumas atitudes mais positivas da parte da indústria da alimentação para os produtos biológicos, mas uma necessidade crescente de respostas de equiparação em termos de política alimentar.
Neste trabalho faz-se uma revisão do papel da microbiologia industrial
na producção de remédios, produtos químicos
e industriais, comidas e bebidas, salientando os importantes contributos
em todos estes campos fundamentais para o desenvolvimento social e para
a obtenção de sustancias e produtos de uso e consumo generalizado.
Aborda-se também a actualidade e as potencialidades da microbiologia
aplicada nas técnicas de manipulaçao genética, especialmente
no que diz respeito a produtos de interesse clínico, na indústria
alimentar e nos processos de despoluição.
Os dados sobre a procura de alimentos em nosso pais confirmam as teses de que os espanhois somos cada vez mais europeos: aproximamo-nos no consumo de calorias assim como na porcentagem de calorias de origem animal, as despesas de alimentaçao sao semelhantes e as refecções fora de casa são cada vez mais frequentes. A autora analiza a influência de diversos factores nas mudanças alimentares: preocupação pela saúde, deterioro do ambiente, a qualidade, o prolongamento do tempo de lazer, a distribuição comercial e o trabalho da mulher fora da casa familiar. Finalmente, analizam-se os aspectos da alimentação mais estudados até agora do ponto de vista da Sociologia e procuram-se novas linhas de avanço. A incidência dos contextos sociais sobre a alimentação, os resultados de determinadas acções políticas públicas ou as práticas de elaboração. Aspectos que, em conjunto, delimitan os desafios postos à Sociologia da alimentação para um próximo futuro.
Neste artigo, o autor, Director General de Agroalimentación del
Principado de Asturias, faz uma revisão à evolução
histórica do sector agrícola asturiano salientando as potencialidades
da “despensa” de produções tradicionais que
atesoura Asturias. «Soberania do consumidor» Um modelo regional pode servir para compreender os conceitos de Soberania e Segurança alimentar e acreditar numa outra agricultura que compagine os intereses dos agricultores e os consumidores, com uma agroindustria pensada como um elo mais de todo o processo. As administarações públicas devem garantir umas práticas e procedimentos úteis para o interesse colectivo: a Segurança Alimentar. «O futuro do sector alimentar» A segurança e a qualidade dos alimentos são debates de
grande relevo em toda Europa ao longo dos últimos anos (vacas loucas,
dioxinas, antibióticos, hormonas, resíduos, etc) e é
uma causa proritária de preocupação para os consumidores
e para a maior parte dos agentes do sector. Analiza-se a noção de sustentabilidade com atenção especial para o caso de México e as economias camponesas. Em opinião da autora, mais importante do que as palavras são os conteúdos e a sua proposta e ultrapassar o marco da agricultura sustentável e chegar a ao dos sistemas alimentares sustentáveis. As linhas básicas de actuação são manter os ciclos biológicos, ritmos de trabalho tradicionais e o equilibrio ecológico da terra, incentivar ao agricultor, criar mecanismos de distribuição e comecialização mais justos e globalizar um sistema alimentar que faça viável um intercâmbio mundial contrário a uma concentração global, a partir da vontade transformadora de uma sociedade em armonia com a natureza. “Segurança alimentar em Europa” Neste breve apontamento, a autora, deputada do Parlamento Europeu, assinala
a influência da crise das vacas loucas na aprovação
de novas normativas de segurança alimentar e a inquietação
associada a os Organismos Modificados Orgánicamente.
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